1. goetz-von-berlichingen:

    Nederlandse SS (Dutch SS)

    (via nationalistpatriot)

     
  2. Corcunda…

    O meu nome é Lombroso torado no grosso
    E eu sou qui ném as cascavéis, que quando não aleja, mata.
    Tenho a maldade da onça, tenho a ruindade que arrasa
    Minha baba é peçonhenta e arde mais que a brasa
    Tá vendo essa cacunda? É por onde sou mais forte.
    Carrego nas minhas costas 132 mortes.
    Vá me dizendo seu nome, pronde vai e donde vem
    Iiii, se já viu nesse mundo, um camarada mais feio.

    Ojuara…

    O meu nome é Ojuara, eu vim de longe e vou em frente
    E o senhor não é mais feio que certo tipo de gente
    Feio é a herança do homem, herança de Caim,
    Praga de mão ofendida, tentação do Coisa-ruim,
    Feio é aquela sombra escura que vai levando consigo o covarde que traiu a confiança do amigo
    A beleza e a feiúra tão junta em toda parte
    Há beleza inté na morte e feiúra inté na arte
    Óie seu rosto no espeio e não perca a esperança
    Porque foi Deus que lhe fez à Sua imagem e semelhança.

     
  3. ツ #βΔΞ #cool #like #boatarde #sorriaejogue

     
  4. férias!

     

  5. Na Sua Cara!

    maio 12, 2011

    Por: Bruno G. de Vasconcelos, PequenasObras
    “Se nem ela é especial, por que você seria?”

    Ser um herói está em ser derrotado. Nos faz sentir a vida. Essa derrota não é perder um jogo de pôquer ou ser massacrado em uma partida de futebol. Não é perceber que mais uma vez sua mulher está certa (com pequenas milhões de ressalvas, mas certa). Claro, claro, são derrotas. Derrotas passageiras. Ser um herói está em ser derrotado de verdade.Derrotado naquilo no qual você se dedicou um ano inteiro e, mesmo assim, erguer a cabeça e pensar: “Eu não sou especial.” Você não é mesmo. Explico.

    Alguém ai já percebeu que a pedra só está no nosso caminho? As outras pessoas não têm pedras, a vida delas é sempre excelente. Vivem falando sobre seus feitos, vitórias e a magnitude de sua decisão escandalosamente importante. São semi-deuses, heróis, profetas. A vida é fácil, a nossa que é difícil. Será?

    Existe alguém que nunca levou porrada? Dalai-lama? Talvez ninguém se atreva a dar porrada nele agora. Mas o cara ta exilado! É claro que ele já levou porrada. Hitler? Ele SÓ levou porrada. Buda? É praticamente o saco de pancadas do Maguila.“Há já sei! Jesus Cristo! Ninguém bateria no J.C.!” Cê bebeu, infeliz? Todo mundo já levou, não um soco, mas vários, da vida.

    “Você ficou lindo de short branco!”

    A virtude não está em levar um cacete da vida. Isso todo mundo leva, mesmo que não pareça. A virtude está em não deixar que o gongo soe enquanto ainda está no chão. Ninguém é melhor do que você e, sobretudo, você não é melhor do que ninguém. Você não é especial. Não espere uma caixa de chocolates da vida. Ela só vai te dar remédio.

     

  6. Namorologia do século ∞

    maio 22, 2011

    Bruno G. de Vasconcelos, PequenasObras


    Eles vão começar a fazer planos e ignorar o fato de que acabaram de se conhecer. O tempo foi passando e eles se acostumando um com o outro. De fato ela agora é o mais importante pra ele. De fato ele tem preocupações antes inexistentes como a síndrome do pânico causada por aquela expressão triste no rosto dela. De fato agora ter internet no celular parece essencial, até mais que beber sexta-feira a noite com os amigos ou jogar aquela partida do seu jogo preferido. De fato você estar gostando de tudo isso é o mais… estranho. Você deixa de fazer o que gosta, e você se sente feliz, cara! Não espere que eu chegue no final do texto e de uma resposta pra isso. Primeiro porque aqui já e o final do texto e você já percebeu pelo número de linhas que não há resposta plausível que caiba nas palavras restantes. Segundo porque a única resposta pra isso é uma só: sexo.

    _

    Esse é uma parte do texto (1/6), e tratei de aptar.

     

  7. Homem belo, Belo homem

    Por: Bruno G. de Vasconcelos, PequenasObras

    setembro 6, 2011

    Venho do tempo que o Rick Martin não era homossexual, de uma época em que a diversão da gurizada do bairro era tocar a campainha e sair correndo, estourar mentos com coca-cola e jogar bola na rua até o pé virar asfalto. Nesse tempo minha mãe me surrava quando eu encarnava o Michelangelo e resolvia pintar as paredes da sala de azul, ou surtava pensando que era o vocalista do Sepultura e gritava coisas desconexas sem parar. Como um bom filho-da-mãe e homem, eu cresci fazendo algumas cagadas e inventando desculpas para não ser espancado com aquele chinelão raider tamanho 44 que deixava vergões do tamanho da Rússia soviética na parte de trás da coxa.

    Infelizmente o meu cabeleireiro da época de guri não corta mais cabelo e, mesmo que tentasse, talvez ele cortasse mais orelhas do que cabelos. Maldito Parkinson. Então por isso eu fui obrigado a procurar por outro lugar que o corte de cabelo fosse deizão e não aqueles trinta contos suaaados que eu provavelmente pagaria chorando por um corte equivalente ao de dez em algum desses salões unissex. Esse é o problema. Não existem mais cabeleireiros de deizão. Multiplicaram-se os salões de trintão com wi-fi, chazinho, bolachinha, massagem, ar condicionado. Ar condicionado. Nem a emoção do cabelo colado infinitamente no seu suor se tem mais. Maldito Parkinson.

    Então, junto com os cabeleireiros unissex e aqueles salões com o nome em inglês, francês, alemão, búlgaro, checheno, tudo menos português, cresceram os gurizão. Aqueles que usam uns produtos no cabelo para fios ressecados depois do banho. Que passam creme hidratante no joelho. Que usam pós-barba sem álcool. Que usam gel. Que usam gel! Sim, eles usam gelno cabelo, não para fazer aqueles riozinhos de maquete. Eu sinceramente não sei por quê. Se eu usasse gel, não ia mudar absolutamente nada. Falo como uma pessoa que usa o mesmo corte de cabelo desde 2007. Só não uso o mesmo corte há mais tempo porque antes eu achava que ela legal deixar o cabelo crescer e ficar com ele esculhambadasso pra parecer algum metaleiro porra loka. Enfim, meu cabelo é o mesmo curto desdo primeiro ano. Se eu usasse gel ele só iria brilhar.

    "Senta ali e escolhe o vinho, Monsieur Carnot já irá lapidar suas madeixas"

    Nesse requinte colorido de gel com cheiro de menta e hidratantes pra peles oleosas (até isso existe e eu achando que hidratante era pra hidratar uma pele ressecada), vemos também a perda do cavalheirismo para o rebolation e a troca da palitada no dente por alguma espécie de gurizice. Não sei se vocês já repararam a falta de noção de um guri de 14 anos hoje em dia.

    Antes se, por um acaso, você pirasse ou tivesse uma alucinação momentânea e peitasse um mameluco do 3° ano podia preparar o pé calejado e a disposição colossal pra correr igual um condenado e, possivelmente, até fazer um le parkour ninja para fugir da surra que você iria levar. Na verdade fugir só adiava a surra que você iria levar. Na verdade você até merecia uma surra pra ficar esperto e saber que quem manda ali é o terceiro ano e que a sua hora, se você não morrer antes disso, vai chegar e você também vai ser o dono do colégio. Hoje isso não existe.

    Hoje você anda no shopping com o seu pai e vem algum pivete orelhudo te falar alguma asneira. Chega ao ponto da sua mãe estar andando no shopping e algum moleque (que não levou uma surra quando era criança, ou não levou o tanto quanto merecia) mexer com ela. Não um cara mais velho, homem feito, que achou a sua mãe bonita e pá, que mesmo assim não teria o direito de mexer com ela porque a mãe é minha caralho, mas um guri de 13 anos.

    Com 13 anos eu achava o máximo brincar no parquinho do fundo do colégio e dormir depois das 21h.

    "Minha mãe me dando banho de mangueira enquanto falava no telefone"

    Precisamos de alguma coisa pra baixar a bola dessa gurizada. As coisas estão saindo dos limites. Não se tem mais respeito e um homem não é mais reconhecido como um cortês, mesmo como um ser bruto que não passa creminho. A gurizada abandona o cavalheirismo, o cuspe no chão, a barba mal feita, o jeito rústico e até ríspido de um belo homem, que não por ser rústico deixou de ter a inteligência e o carisma para agradar uma mulher, pra ficar cortando o cabelo por trintão e depois passando creme pra mantê-lo alinhado.

    Largaram mão da cultura do Belo Homem pra casar e se entregaram na cultura do Homem Belo modelinho da Capricho. Falando nisso, ainda sinto falta daquelas piadinhas do antigo barbeiro que cortava meu cabelo. Aquelas do tipo “Capricha ou pra bicha?”. Sabe?

    Por

     
  8. Deutsch Fraulein

    classiccollective:

    My “White Rose of Germany.”
    deutscheswarmblut

    (via deutscheswarmblut)

     
  9. (Fonte: rtrixie, via fuehrerbefehl)

     
  10. Ai eu piro

    (via feitorias)